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Resolução de Conflitos | em casa

AK20830
Este material pedagógico é composto por sete histórias simples que apresentam duas maneiras de resolver diversos conflitos e mostrar as consequências de se ter uma boa ou má decisão. Cada história é contada através de quatro cartões, os dois últimos são reversíveis para mostrar os dois finais possíveis.
Conjunto composto por um CD áudio (mp3) com a narração das sete histórias com dois finais diferentes e trinta cartões com ilustrações de grandes dimensões com sistema de autocorreção. Contém guia pedagógico com os textos das sete histórias. A duração aproximada das sete histórias é de vinte minutos.
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Dimensões do Produto

20 cm
5 cm
23,5 cm

Informação Adicional

Conteúdo: caixa de arrumação, 30 cartões ilustrados (163 x 135mm), guia pedagógico, 1 cd com 7 histórias narradas em 8 línguas (As histórias:
1. O David e os trabalhos de casa - não preciso de me organizar, tenho tempo de fazer os trabalhos mais tarde.
2. Cuidado com as guloseimas! - uma doçura que se pode tornar amarga se não lavarmos os dentes.
3.Vamos almoçar! - os pais não precisam de ajuda com a louça suja; será?
4. Aprendendo a brincar - a importância da partilha de brinquedos entre irmãos.
5. Colocar o cinto de segurança! - um simples ato que se não for realizado pode ter consequências desagradáveis.
6. Um bolo perigoso - e a gulodice torna-se numa dor de barriga!
7. Uma constipação inoportuna! - que poderia ter sido evitada se não tivesse havido desobediência e imprudência.
Estratégias para a resolução de conflitos
pimpumplay
A resolução de conflitos sociais, quer em casa, quer na escola, é uma competência fulcral no desenvolvimento afetivo da criança e no seu bem-estar social. Os produtos que aqui apresentamos põem em jogo dois aspetos interessantes: por um lado abordam situações/ conflito habituais nos dois contextos (escola e casa) – criando possibilidades imensas de dinâmicas de grupo para os mais pequenos; e, por outro, apresentam alternativas de resolução desses mesmos conflitos, bem como as suas consequências – algo que a maioria dos produtos nesta área não costuma incluir.
As competências sociais assentam, sem dúvida alguma, na estabilidade afetiva da criança que começa na família. Mas envolvem paralelamente uma aprendizagem que possibilite à criança equilibrar a componente emocional do comportamento (o que ela faz, como que instintivamente) com a necessidade de lidar com pessoas, situações e contextos específicos. De um modo geral, parece-nos que o mais significativo é, de facto, pôr as crianças a falar sobre situações concretas, a partir, por exemplo, dos cartões ilustrados que aqui se apresentam. A partir daqui há que ajudar a criança a perceber que numa situação problema, há diferentes formas de resolução/ alternativas, e que a cada uma delas irá corresponder a uma consequência. Ou seja, se conseguirmos fazer isto estamos proativamente a contribuir não só para o bem-estar pessoal e social da criança, mas também para o seu desenvolvimento cognitivo, uma vez que a estaremos a prepará-la para a antecipação de consequências e para uma busca de alternativas para a resolução de problemas, nos mais diversos campos da sua vida.
Lembre-se que este artigo é dirigido para crianças mais novas, nunca para além dos dez anos (ou final do 1º ciclo). É para eles que estas situações-conflito se dirigem, e é atendendo à relativa previsibilidade dos seus comportamentos que as alternativas foram incluídas. A aplicação deste produto é recomendável em grupos não superiores a dez elementos.
Experimente fazer um teatrinho com algumas das situações apresentadas, que no final, uma criança resolve o problema de uma maneira e, outra, resolve de outra. Depois estimule o diálogo: pode fazer perguntas como “como é que correu?”, “qual é que acham que foi a melhor forma para resolver o problema?”, “porquê?”, “como é que tu farias?”. Sempre que possível faça uma alusão a situações concretas que se tenham passado no grupo, ou se elas se vierem a passar, recupere os cartões e parta daí para o diálogo. É sempre importante registar no final as conclusões a que o grupo chegou; fazer desenhos e afixar, ajuda as crianças a recordar o que se passou; ou no caso de crianças que já saibam escrever, este pode ser um pretexto para iniciar um artigo no jornal da sala.
É também importante que quando se discutem regras ou conflitos numa perspectiva proativa, se foque essencialmente nos aspetos positivos, ou seja, no “qual a melhor maneira para resolver o problema” e não no “Não se pode resolver o problema desta forma”.
Para os miúdos mais "maduros" e perspicazes acrescente alternativas de resolução e consequências, pedindo-lhes que as desenhem.
Para os miúdos com problemas de comportamento, ajude-os a perceber que a adoção de comportamentos positivos ou negativos irá sempre ter mais influência neles próprios do que nas pessoas que estão à sua volta.
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