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Tato-Foto

AK20611
Um jogo que vai permitir à criança explorar o seu sentido do tato de duas maneiras diferentes: a partir de um jogo de memória (de olhos vendados a criança tem que encontrar o par tátil), ou através da associação das sensações táteis a imagens de objetos comuns (a criança tem que descobrir que sensações táteis corresponderão a cada imagem).
A inclusão de fotografias reais permite então desenvolver a associação visual/ tátil entre os diversos objetos e as suas respetivas sensações táteis.
Este jogo tem um sistema de autocorreção no verso dos cartões.
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Informação Adicional

Conteúdos: 16 fichas táteis (8 pares); 16 fichas com imagens de objetos com as texturas apresentadas nas fichas táteis; 2 vendas.
O sentido do tato
pimpumplay
Descobrir diferenças ou semelhanças, tem antes de mais que ver com a capacidade de sentir, perceber e associar os estímulos que os nossos sentidos captam.
Neste jogo centramo-nos num sentido que nem sempre é devidamente valorizado - o tato – e em duas competências cognitivas essenciais – a atenção e a associação de estímulos.
A experiência tátil é garantida por cartões com texturas específicas e diferenciadas, que a criança deve explorar, preferencialmente, com os olhos vendados.
No jogo de memória, jogado com os olhos vendados, consegue-se limitar na criança grande parte dos estímulos a que o cérebro humano está mais ‘vulnerável’: os visuais. Quer isto dizer que com crianças mais novas ou com crianças que revelam dificuldades em se concentrar (ou seja, que têm dificuldade em focar ou manter a atenção), esta poderá ser uma forma de os levar a refletir sobre a sua capacidade de concentração nos estímulos que realmente interessam: neste caso, os estímulos táteis das mãos. Lembre-se que parte significativa do problema nestas crianças, parece ser explicado pela dificuldade em limitar a atenção em relação aos estímulos que interessam para a tarefa (a sua atenção ‘pula’ de estímulo em estímulo, revelando grandes dificuldades em focar)
No jogo de associação, pede-se à criança que estabeleça associações entre o estímulo visual (fotografia de um objecto) e a memória táctil que ela tem desse mesmo objeto.
Esta capacidade de associar estímulos de naturezas diferentes na caraterização de uma determinada realidade/ objeto é uma forma de fortalecer a informação que a criança tem disponível para explicar cada elemento do seu mundo. Por exemplo, a chaleira não só é fria, como tem uma textura lisa e normalmente é cinzenta. Para além disso a criança vai percebendo que as mesmas sensações se podem dispersar por diferentes objetos, mas é a forma como essas sensações se agrupam que vai definir o objeto que se trata.
Experimente pedir à criança que encontre em casa ou na escola objetos que tenham uma sensação tátil semelhante à dos cartões e anote com ela as caraterísticas semelhantes e diferentes.
Experimente fazer outros jogos com os olhos vendados, começando sempre por mostrar à criança quais os estímulos para os quais deverá focar a sua atenção.
O clássico “cabra cega” é uma possibilidade interessante para explorar a atenção seletiva, em dinâmica de grupo.
Poderá também experimentar fazer jogos de mímica, em que um grupo tem que passar uma mensagem e o outro tem que a adivinhar, recorrendo apenas a gestos sem som. Opte por mensagens divertidas e comece sempre das descrições mais imediatas (por exemplo, animais), para as descrições mais complexas (ações, ou expressões).
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